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terça-feira, 3 de abril de 2012

Algumas das definições técnicas de Wireless

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802.11b

IEEE 802.11b é um padrão de rede sem fio criado pelo Institute of Electrical and Electronics (IEEE - Instituto de Engenheiros Elétricos e Eletrônicos).
  

Modo Ad Hoc

O modo Ad-Hoc permite que dispositivos sem fio comuniquem-se diretamente uns com os outros, eliminando a necessidade de um Ponto de acesso (Roteador Wireless) ou qualquer conexão a uma rede conectada, o Modo Ad Hoc também é chamado de modo ponto-a-ponto (peer-to-peer) ou IBSS (independent Basic Service Set).

SSID

SSID significa Service Set Identifier, é simplesmente o nome da rede conectada ao Ponto de acesso.

BSS ou Estação-base

Quando um Ponto de acesso é conectado a uma rede conectada e a um conjunto de dispositivos sem fio, isso é intitulado de Basic Service Set (BSS - Estação-base), uma Extended Service Set (ESS) é um conjunto de duas ou mais BSS que formam uma única sub-rede.

ID de ESS

O ID de ESS (ID de Extended Service Set) é uma identificação atribuída ao Ponto de acesso ao qual a placa CompactFlash Wi-FI se conecta, dispositivos sem fio conectando-se a um Ponto de acesso precisam usar o mesmo ID de ESS, o ID de ESS é constituído de até 32 caracteres e faz distinção entre maiúsculas e minúsculas.

DHCP (Protocolo de Configuração Dinâmica por Host)

O protocolo de configuração dinâmica por host (DHCP) é um procedimento seguido por computadores em uma rede para indentificarem uns aos outros e certificarem-se de que a informação é transferida corretamente é que nao haja IP repetido na rede.

Modo Infra-estrutura

No modo infra-estrutura, a rede sem fio é formada de pelo menos um ponto de acesso conectado à infra-estrutura da rede conectada e um conjunto de estações finais sem fio.

Endereço IP

Os computadores e outros dispositivos de rede em uma rede recebem um número de identificação usando o Protocolo de Internet (Endereço IP).

Endereço MAC

Endereço MAC (Media Access Control) é um endereço físico de hardware que identifica um Ponto de acesso, uma placa Wi-Fi ou qualquer outro dispositivo na rede.

Criptografia WEP

WEP (Wired Equivalent Privacy) é um protocolo de segurança para redes locais sem fio (WLANs) definido no padrão 802.11b, o WEP foi criado para proporcionar o mesmo nível de segurança que um LAN conectado.

Limite de RTS (Pedido de Transmissão)

O limite de pedido de transmissão (Limite de RTS) é uma consulta para permitir a transmissão de dados a um Ponto de acesso, a habilitação desta opção evita que dados de dois dispositivos sem fio cheguem no Ponto de acesso ao mesmo tempo, pois caso duas transmissões sem fio chegarem juntas no ponto de acesso, os dados de ambas as transmissões serão perdidos.

Quando os dados chegam juntos, existiu uma colisão de transmissão, esse tipo de problema acontece quando dois dispositivos sem fio estão dentro do alcance do mesmo Ponto de acesso, mas não dentro do alcance um do outro, na verdade, eles estao ocultos um do outro.

Quando o Limite de RTS é habilitado, o dispositivo sem fio envia uma mensagem de Pedido de Transmissão ao Ponto de acesso antes de transmitir os dados, o Ponto de acesso responde com uma mensagem Pronto para Enviar (CTS - clear to send) para o dispositivo sem fio, confirmando o período de tempo reservado para a transmissão.
Ao mesmo tempo, o Ponto de acesso envia para todos os outros dispositivos sem fio ao alcance para cancelar momentaneamente a tansmissão.

A definição padrão para o Limite de RTS é Desabilitado, pois habilitar o Limite de RTS sobrecarrega a rede e com certeza irá afetar negativamente o seu desempenho.

Limite Frag.

Fragmentação é usada para melhorar a eficiência na transmissão de grandes arquivos (pacotes) por uma rede sem fio, quando o Limite Frag estiver Habilitado, arquivos de grande porte serão divididos antes de serem transmitidos e serão reunidos no Ponto de acesso, o valor de fragmentação pode ser definido de 256 a 1500.

segunda-feira, 4 de abril de 2011

Qual a diferença entre adaptadores wireless de 54 Mbps, 150 Mbps e 300 Mbps ?

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Diferentes tipos de Wi-Fi
Se você já comprou um modem ou roteador e utiliza em sua rsidência conexão Wi-Fi, certamente já deve ter notado nas especificações do equipamento um protocolo numérico relativo ao tipo de Wi-Fi com a qual o produto é compatível. Entretanto, dados como 802.11n, 802.11g ou 802.11b não são autoexplicativos e é natural que surjam dúvidas sobre quais as diferenças existentes entre eles.

Entender qual é o significado de cada um deles é fundamental, em especial se você deseja navegar sempre nas mais altas velocidades possíveis. E, para isso, não basta apenas contratar um plano de dados com um alto custo. É preciso, também, que os seus equipamentos possam suportar a quantidade de dados solicitada.

Para entender melhor como isso funciona, é interessante compreender alguns conceitos de frequência e padrões de qualidade. É a partir deles que os protocolos de Wi-Fi são liberados, e são eles que determinam quais são as velocidades máximas de comunicação entre o computador e o roteador.

Faixa de frequência


Wi-Fi Alliance

Todos os aparelhos Wi-Fi operam a partir de ondas de rádio. Assim, como muitos outros produtos, eles utilizam o mesmo espaço para poder se comunicar. Para que não haja nenhum tipo de interferência entre produtos distintos, são determinadas faixas específicas de operação, às quais os aparelhos, obrigatoriamente, devem se adaptar.

GPS, celulares, portas de garagem e emissoras de TV e rádio são alguns exemplos de aparelhos que, embora utilizem o mesmo tipo de onda, operam sob frequências distintas para que não haja conflito. 

A faixa de frequência de um aparelho é determinada em convenção internacional pelo IEEE (Institute of Electrical and Electronic Engineers). A entidade é responsável por redigir as normas técnicas e disponibilizá-las à indústria, de forma que o padrão seja seguido na fabricação dos aparelhos. Alguns exemplos:

  • Transmissão de rádio AM: entre 530 e 1610 kHz;
  • Emissoras de TV: entre 54 e 88 MHz;
  • Transmissão de rádio FM: entre 88 e 108 MHz;
  • Wi-Fi: entre 2,4 GHz e 5 GHz.

Taxas de transferência de dados


Fique atento à notação do seu dispositivo

Para que possam operar dentro da faixa destinada, os aparelhos de propagação e recepção de sinal Wi-Fi seguem normas e protocolos específicos. No que se refere à transmissão de dados, os padrões escolhidos são identificados pela codificação numérica chamada Classificação Decimal de Dewey, sistema similar ao utilizado nas bibliotecas para catalogação de livros.

O sistema define um número de três dígitos seguido de um ponto e outros dois dígitos. A classificação utilizada atualmente é o 802.11, seguido de uma letra para identificar a certificação mais atualizada, incluindo normas de segurança e padrões de qualidade.

Para que haja compatibilidade entre os sistemas mais antigos e as atualizações recentes, os protocolos mais novos, obrigatoriamente, devem suportar as notações anteriores. Assim, mesmo aparelhos antigos são capazes de receber sinais de outros mais novos, ainda que com menor qualidade.

Os padrões 802.11a e 802.11b foram definidos em 1999. O primeiro opera em uma frequência de 5 GHz e é capaz de transferir, no máximo, 54 Mbps. Já o padrão 802.11b opera numa frequência de 2,4 GHz e é capaz de transferir, no máximo, 11 Mbps.

O padrão 802.11a, por sua baixa capacidade e incompatibilidade com novas atualizações de segurança e codificações, aos poucos está saindo do mercado. Já o 802.11b, por ser utilizado em especial para transmissão de dados mais técnicos, não interferindo no uso de velocidade do usuário, prossegue sendo listado como compatível na maioria dos aparelhos.

Em 2003 foi lançada a notação 802.11g. Além de melhorias na segurança e novas codificações, o novo formato permitiu que os aparelhos enviassem e recebessem sinais a velocidades de 54 Mbps, seguindo a evolução das redes de transmissão. Por fim, em 2009, passou a vigorar no mercado a notação 802.11n. Ela foi responsável por ampliar a capacidade de transmissão para até 450 Mbps.

Em resumo: a geração 802.11n, mais atual, veloz e segura, aos poucos substituirá por completo as anteriores. Por isso, é importante verificar dados como esses antes de comprar um aparelho. Afinal, a variação de preço entre eles é pequena e vale a pena investir em um produto com durabilidade maior.

Gerações de Wi-Fi


Padrões de Wi-Fi

Como as notações afetam o seu cotidiano?


Antes de comprar um modem, um roteador ou mesmo um aparelho celular, é válido conferir em suas especificações técnicas quais são os tipos de Wi-Fi suportados. Em geral, os modelos mais recentes suportam todos eles. Contudo, ainda assim, é importante checar a velocidade máxima de transmissão de dados.

Embora exista retrocompatibilidade, ou seja, o padrão 802.11n (mais novo) suporte todos os anteriores, é preciso ficar atento aos limites de velocidade. Se o seu roteador for 802.11n, mas o smartphone for compatível apenas com 802.11g, sua velocidade ficará limitada aos 54 Mbps da versão antiga.

Mesmo os aparelhos mais novos podem ter limitações em suas velocidades. Assim, você pode encontrar no mercado modems e roteadores com velocidades limites de 150 Mbps, 300 Mbps e 450 Mbps. As duas primeiras velocidades são as mais comuns.

Wi-Fi segue padrões internacionais

Os modems de 450 Mbps ainda são raros para uso residencial. Os primeiros modelos compatíveis com essa velocidade foram lançados no final do ano passado nos EUA e, aos poucos, começam a chegar ao Brasil via importação.

Por isso, antes de trocar o seu plano de dados, caso a operadora de telefonia não ofereça um modem compatível com o serviço, verifique se não será necessário trocar o seu equipamento por outro mais novo.

No Brasil, as velocidades de banda larga mais comuns – 1, 2, 5 e 10 Mbps – oferecem melhor compatibilidade com o padrão 802.11n. Caso contrário, ainda que disponha de uma alta velocidade, você não poderá usufruí-la ao máximo.

Fonte: Baixaki